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Publicado em 10/11/2016 - 12:53:49

Tarifa de R$ 3,30 começa a ser cobrada a partir de 11/11 para usuários que não têm Cartão Via Feira

A partir dia 11/11, (conforme o edital e não nesta quinta-feira como foi amplamente divulgado em veículos de comunicão e campanha publicitária), os usuários do transporte coletivo urbano de Feira de Santana, que não tiverem o cartão Via Feira, pagarão a tarifa de R$ 3,30, enquanto os passageiros que possuem o cartão continuam pagando a tarifa de R$ 3,10. O secretário municipal de Transportes e Trânsito, Pedro Boaventura, em entrevista ao Acorda Cidade, na manhã desta quarta-feira (9) explicou sobre a cobrança, tirou dúvidas de usuários e esclareceu algumas informações sobre o serviço de ônibus e da atuação da secretaria.

Os usuários do sistema de transporte têm o direito à meia-passagem aos domingos e feriados desde que ela seja paga em dinheiro. A passagem em espécie corresponde a R$ 1,55. O usuário que utilizar o cartão pagará o valor de R$ 3,10.

Mototaxistas, taxistas e ligeirinhos

Pedro Boaventura relatou durante a entrevista que a secretaria está discutindo todas as questões ligadas ao transporte da cidade, realizando a vistoria dos taxistas, ônibus, fazendo o recadastramento dos mototaxistas e trabalhando para o combate aos ‘ligeirinhos’.

Segundo ele, houve um problema no recadastramento dos mototaxistas e, de um total de 485, apenas 206 taxistas fizeram o recadastramento junto à secretaria. O secretário destacou que todas as situações serão discutidas junto ao Conselho de Transporte.

“Estamos estudando uma revisão de todo o sistema e acompanhando a construção do Plano de Mobilidade Urbana. A prefeitura está trabalhando e quando se faz uma coisa com planejamento está se pensando no futuro e no bem estar da comunidade. É isso que nós vamos continuar fazendo”, declarou.

Aumento da tarifa em 2017

Questionado sobre o aumento da tarifa em 2017, Pedro Boaventura contou que este assunto ainda não entrou na pauta da secretaria. No entanto, há uma data base para realizar essa discussão a partir de uma análise de índices aplicados em outras cidades do país.


Autor: FONTE: Acorda Cidade



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